Meu look: trench coat

17 May 2013 — por Bárbara Resende

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É unânime: o trench coat é o casaco desse inverno. Tão clássico quanto uma camiseta branca, ele nunca sai de moda, é verdade, mas nunca vi tantos nas lojas e nas ruas em Londres. Sei que os europeus adoram um mas dessa vez estava por toda a parte, além do normal.

Eu claro, já fui atrás de um: encontrei vários modelos na megaloja Primark, que estavam enlouquecendo as mulheres. Esse é o comprimento médio, mas ainda tem o longo e o curto. Escolhi um modelo um pouquinho maior para poder usar com blusas mais grossas por baixo; o tamanho certo não dava essa opção. É um casaco que deixa qualquer roupa mais clássica, chic e combina praticamente com tudo. Vou usar até ter o meu Burberry!

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Como todo clássico, há milhões de opções de tudo quanto é marca. Pode procurar, das caras às baratas, você vai achar um na medida do seu bolso. Agora se a intenção é ter o verdadeiro, o original, vá de Burberry! A marca inglesa criou o casaco em 1901 (na verdade há uma disputa pela invenção: a Aquascutum diz ter criado nos anos 1850) que se tornou uniforme do exército inglês na Primeira Guerra Mundial. Mas a peça se tornou popular, ganhou as ruas, o cinema e virou um ícone do vestiário.

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O modelo acima é o super original, tanto no comprimento, material, cor… Mas a Burberry reinventa a peça a cada estação e portanto há muitas opções, de diversos valores.

E o item mais icônico da grife tem até um tumblr, Art of the Trench, com fotos de pessoas estilosas usando seu trench em várias partes do mundo (tem inclusive muitos cliques no Brasil). É fácil perceber que é uma peça que veste qualquer idade e estilo. Aqui, alguns ótimos looks para se inspirar na hora de usar:

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Amei as produções com saias!

E aí, já tem o seu?

 

Beleza: os essenciais na viagem e as compras

15 May 2013 — por Bárbara Resende

Já era final de abril e Londres ainda estava fria, com um vento gelado. Passei um sufoco nos primeiros dias, os mais frios e nublados e logo minha pele sentiu os efeitos do vento e da temperatura baixa. Minha nécessaire não foi abastecida de próposito: levei pouquíssima coisa (nem shampoo tinha!) já pensando em comprar lá. E logo que cheguei, minha parada na Boots aliviou todos os outros dias da viagem: produtos que valeram muito a compra e foram essenciais para o conforto da pele e também para incrementar a maquiagem. Aqui os meus eleitos:

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1. Primer Garnier: é lançamento e vi tanta propaganda na TV e nas revistas que decidi comprar. Custou £12 e deixa a pele lisinha! Muito similar ao Porefessional da Benefit, mas com um bônus: não deixa a pele oleosa.

2. Bio-Oil: esse óleo tem sido bem falado ultimamente. É um faz-tudo: hidrata, ameniza linhas de expressão, cicatrizes e ajuda a igualar o tom da pele (em 2 meses de uso). Meu receio era da minha pele ficar oleosa, afinal, é um óleo, mas que nada: a pele absorve bem (só não exagerar na dose) e portanto é ótimo para o frio. Tenho várias manchinhas causadas pelo sol e tenho usado todo dia e já percebi uma leve melhora. Depois que voltei, descobri que ele é bom para estrias também (ameniza a aparência delas) e me arrependi de não ter trazido mais um!

3. Creme corporal The Body Shop: sou fã das manteigas super hidratantes da marca, uso há anos. Dessa vez escolhi um pote pequeno em vez dos grandes e pesados. Deixa a pele super macia e hidratada. £ 5

4. Batom Super Saty 14 horas, Maybelline: para ter ideia de como minha nécessaire foi vazia, nem batom levei! Adorei esse da Maybelline pois tem uma textura ótima: é mate mas sem ressecar os lábios e dura bem. A cor é a 260, Always Plum, um vinho escuro.

5. Hidratante para Cutículas Prime Cuticle, UB Beauty: esse eu levei daqui! Produto criado pela minha amiga Dani, do Unha Bonita! É um óleo super hidratante para cutículas e é ótimo: faz com que elas não ressequem e fiquem com aquela aparência de unha feita sempre. Não fico mais sem! R$ 35

6. Balm hidratante para lábios, Carmex: todo mundo sempre falou do tal Carmex e eu nunca tive vontade de comprar, mas logo que percebi que a minha manteiga de cacau não estava sendo suficiente contra o vento gelado, decidi experimentar. É impressionante como hidrata! A fama não é mesmo por acaso… £2

7. Corretivo iluminador-hidratante  para olheiras Fake Up, Benefit: outro produto que levei do Brasil. Fui no lançamento em SP (à venda na Sephora a partir de junho) e ganhei um para experimentar. Não sou fã de corretivos hidratantes, prefiro os mais sequinhos, mas esse é ótimo porque dá uma super iluminada na pele. Uso com um outro mais seco por cima (a Benefit mesmo indicou usar assim para quem prefere – como o Boóing) e voilá! Dura super bem na pele.

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Esses são alguns dos produtos que comprei em Londres e em Paris. Alguns ainda não testei, outros já estou usando e gostando.

1. Máscara de cílios The Colossal Volum’ Express, Maybelline: comprei pela fama e adoro que as coisas da Maybelline tem ótimo preço e benefício.

2. CC Cream Max Factor: fiquei perdida em meio aos BB e CC Creams. Acabei escolhendo esse; já testou usando e gostando (mas nada assim extraordinário, o BB Cream da Maybelline é tão bom quanto)

3. Mousse para Cabelo Luxurious Volume, John Frieda: sou fã do shampoo e condicionador Sheer Blonde da marca, então me arrisquei nesse mousse, que estava mais do que precisando.

4. Shampoo seco Lee Stafford: além dos da Batiste, comprei esse travel size, de uma marca diferente para testar.

5. Corretivo Revlon Photo Ready: gostei bastante, é mais hidratante do que gostaria mas mesmo assim valeu a compra

6. Blush The Body Shop: nunca comprei nada de maquiagem da marca e gostei muito da cor desse blush, para eu fugir um pouco dos rosados e bronzers

7. Lip tint 17: o tom vermelho é super bonito dessa caneta; já tinha comprado da outra vez e adoro a praticidade, além de durar bem

8. Removedor de maquiagem Bioderma: procurei em Londres e não encontrei mas em Paris tinha aos montes! Nunca usei e comprei pela fama de melhor removedor de maquiagem do mundo. Custou 10 euros mas em várias farmácias tem aquelas super promoções de embalagens enormes do tipo leve 2 pague 1

9. Spray Bronzeador para pernas Sally Hansen: ainda não testei mas estou bem empolgada, ainda mais depois que várias leitoras fizeram bons comentários sobre ele quando postei no instagram. É à prova d` água. Adeus pernas branquelas!

Espero gostar e usar tudo! E como me arrependo de não ter trazido mais um Bio-Oil…

UPDATE! Uma amiga e uma leitora me falaram que tem sim Bio-Oil pra vender aqui! Na Drograria SP (R$ 27,90) e na Drogaria Iguatemi. Que ótima notícia!

Londres: Victoria&Albert Museum e exposição Genesis, de Sebastião Salgado

13 May 2013 — por Bárbara Resende

 

A visita ao Victoria&Albert Museum era indispensável nessa ida a Londres: o museu é conhecido pelo acervo de moda e também por exposições de sucesso. Fundado em 1852, é o maior museu do mundo quando o assunto é design e artes decorativas. E detalhe: desde 2001, a entrada é gratuita. Saí de Covent Garden (minha peregrinação por esse bairro super charmoso foi mais rápida que imaginava) e fui de metrô (thanks Google Maps!) até o V&A. Da estação já tem uma entrada direta para o museu.

Fui direto à procura do acervo de moda (foi super fácil achar já que é praticamente nessa entrada do metrô) e, pode ser que não tenha entendido o mapa do museu direito, imaginava que seria algo enorme, com muita coisa pra se ver, mas encontrei apenas algumas vitrines com manequins vestindo peças de maisons e estilistas conceituadíssimos. Mas mesmo assim, impossível menosprezar essa ala: é simplesmente incrível, de suspirar.

Ao todo são mais de 14 mil peças de roupas, sem contar os acessórios (realmente eu não vi todo o acervo!), de 1600 até os dias de hoje. Uma das primeiras e mais importantes doações que o V&A recebeu para a ala de moda foi da Harrods: 1.442 itens do colecionador Talbot Hughes, após serem exibidas na famosa loja de departamentos.

E entre tantos nomes e peças elaboradas, elegi meus preferidos:

Sem comentários!

Saindo dessa ala, há o corredor central, cheio de esculturas de Rodin e muitas janelas. Cheguei perto para ver melhor o que tinha ali fora e pasmem: um jardim com um lago artificial, cheio de gente almoçando e conversando sob o sol, entre o prédio de arquitetura histórica do museu. Esqueci todas as obras de arte e fui direto lá fora!

Como já estava passando da hora do almoço, aproveitei para comprar meu sanduíche, suco de laranja, sobremesa e sentar ali na beira do lago, aproveitando o sol (o dia estava ótimo), descansar e admirar.

Fiquei com inveja dos londrinos… quem dera ter tudo isso à disposição!

Retomei meu pique e andei mais um pouco, conheci a loja grande do museu, fui para a parte de vidros e arquitetura, passei pela ala da Ásia (tem umas porcelanas chinesas maravilhosas) e resolvi pegar o metrô de volta. Aí, no caminho, vejo uma placa Museu da História Natural, decidi desviar e passar ali para ver.

A surpresa foi a exposição MARAVILHOSA de Sebastião Salgado, Genesis, com mais de 200 fotos de lugares como Amazônia, África, EUA, Canadá e tantos outros. “Eu queria apresentar o planeta na minha linguagem: fotografia”, diz Sebastião Salgado sobre a exposição. Estonteante.

Aí sim, peguei o metrô de volta, passei na Oxford Street e cheguei no hotel. Que dia para meus olhos!

Visita ao WGSN em Londres

10 May 2013 — por Bárbara Resende

Assim que eu fechei a viagem para Londres, uma das primeiras coisas que fiz foi entrar em contato com uma leitora antiga tanto do Fashion Gazette quanto do Living Gazette, a Heloisa Righetto, que mora em Londres e trabalha no WGSN de lá. Era a terceira vez que a gente tentava se encontrar! Finalmente conseguimos marcar dia e horário e, importante, ela conseguiu negociar com os superiores alguns cliques para o blog – eba! – já que eles são bem rígidos na divulgação de qualquer coisa sobre o WGSN.

Dois dias antes de deixar Londres, lá estava eu na porta do bureau de tendências mais importante e conhecido do mundo!

O WGSN é uma empresa nova, foi criado em 1998, e desde 2012 pertence ao grupo 4C que detêm todas as empresas abaixo do logo, na entrada do escritório.

Uma rápida explicação sobre o WGSN: é uma empresa que pesquisa tendências com 2 anos de antecedência nas áreas de moda, arte e cultura. Possui escritórios nas capitais mais importantes do mundo, como Londres, SP e NY (além da Ásia, leste Europeu) e conta com centenas de pessoas que saem às ruas para fotografar, explorar e analisar o que estão vendo agora (para reforçar tendências atuais) e também pesquisar o que vamos querer usar, como vamos nos comportar daqui 2 anos. Com o material em mãos, é feito um estudo que se transforma nas macro-tendências. Das macro-tendências, é feito um estudo mais concentrado e detalhista do qual saem as referências mais específicas (como estampa, tipo de peça, cores-chave, modelagens) para toda a indústria da moda, com um ano de antecedência. Em 2011, o WGSN se associou com a Vogue para criar um gigantesco banco de dados da revista: toda página da Vogue, desde 1892, foi digitalizada se transformando num arquivo de moda sem precedentes. Mais de 12.500 clientes do mundo todo, assinam o WGSN para receber seus estudos de tendências.

Faz poucos meses que o WGSN mudou para esse escritório, mais precisamente em setembro do ano passado. Super bem localizado (praticamente na Picadilly Circus), espaçoso, com muita luz e em um prédio de estilo bem moderno. Essas fotos mostram a passarela que leva à recepção, com paredes de vidro que já mostram de fora como é lá dentro.

Essa é a recepção, com espaço de sobra, janelas enormes e cadeiras e sofás que também servem para fazer pequenas reuniões. Adorei o piso de madeira sem tratamento.

Ainda na recepção, o espaço se desdobra em um L, formando essa sala que muitas vezes é usada para apresentações.

Já na parte de dentro do escritório: essa é a área principal. Deu para perceber que tudo ainda está muito cinza e básico, mas a Heloísa explicou que agora vão começar a colocar cor e decorar todo o espaço. Nesse dia, uma sexta-feira, muitas pessoas trabalham de casa, por isso está meio vazio: uma nova prática de trabalho que se intensificou desde a mudança para esse endereço. Eles disponibilizam  notebooks e você não precisa ir até lá para trabalhar.

Cada pessoa que trabalha tem um armário para guardar suas coisas. Na foto abaixo, essa é a vista da passarela, de outros andares e do lado de lá do escritório, onde fica a área de marketing.

Aqui é a cozinha, nos fundos. Tem vários lugares para sentar, máquina de café expresso, uma geladeira com guloseimas e estrutura para você fazer as refeições ali mesmo. Conversando com a Heloísa, ela falou um pouco de como funciona, como é a vida em Londres e foi ótimo conhecer um pouco mais sobre isso.

Ela é formada em desenho industrial e trabalhava na Tok&Stok como designer de móveis até que em 2008 seu marido aceitou uma proposta para trabalhar em Londres. Ela percebeu logo no começo que as pessoas da área de design lá saem muito mais preparadas de seus cursos e que tem uma outra visão – incrível, digamos assim – para criar coisas. Por um tempo ela escreveu para várias revistas e sites de decoração até que viu uma vaga no site do WGSN. Conseguiu o trabalho primeiro como free lancer e teve algumas etapas até ser contratada oficialmente para trabalhar no escritório. Ela está na área de Home Build Life (já saiu post sobre o Living Gazette no blog deles!), que foi lançada em 2010, especialmente para a indústria de casa e decoração.

As leis trabalhistas lá são bem diferentes das daqui no Brasil: não tem 13 ° salário, nem vale-transporte e vale-alimentação (você tira do seu bolso mesmo). Os salários muitas vezes são mais baixos do que aqui. Por outro lado, os ingleses tem uma maneira diferente de lidar com o trabalho: não importa quantas horas você trabalha por dia e sim se seu trabalho é feito, seja de casa ou do escritório. Para Heloísa, a qualidade de vida é infinitamente melhor: tudo no geral é mais barato, ela nem tem carro (o que corta os custos mensais) porque o transporte público super funciona. A cidade é muito segura, as pessoas gostam de usufruir o tempo que sobra ao ar livre (as praças, cafés e parques estão sempre cheios) e que para viajar para qualquer país ali da Europa é rápido e barato. Ah, e a diferença dos preços das roupas lá em relação ao Brasil é gritante. Ela também destaca em como o design é importante: da cafeteria da esquina, às vitrines, embalagens dos produtos, produtos e peças de décor, decoração das lojas, tudo é muito caprichado, único, de encher os olhos.

Foi uma manhã bem proveitosa! Adorei ter a oportunidade de conhecer o escritório do WGSN mas essa conversa que tive com a Heloísa foi ainda mais especial, para entender melhor como as coisas são para quem saiu do Brasil e mora em Londres, ainda mais na área de design. Uma experiência que engrandeceu ainda mais essa minha viagem!

 

MIX

Vogue Festival: Natalie Massenet e Paul Smith

01 May 2013 — por Bárbara Resende

 

Duas palestras do primeiro dia de Vogue Festival – da Natalie Massenet (a primeira que comprei) e a do Paul Smith com Alexa Chung – rendeu algumas boas lições, que com certeza seus palestrantes aprenderam de uma maneira mais difícil. Aqui, algumas frases que valem a pena pensar e colocar em prática. Eles sabem do que estão falando!

Não é novidade do quanto admiro Natalie Massenet. Desde o meu primeiro clique no seu Net-a-Porter (há uns 10 anos), fiquei fascinada. Tive a honra de ser o primeiro blog no Brasil a ter um banner do seu e-commerce de luxo e, ainda mais: ano passado, quando vim para Londres pelo F*Hits, pude conhecer o escritório classudo da sede do Net-a-Porter. Natalie é elegante: sua mãe foi modelo da Chanel e ela deve ter herdado muitas lições sobre estilo. Está sempre impecável mas sem estar montada: cores neutras e shape clássico são sua marca registrada. Aliás, esse é um dos conselhos que ela deu: “Desenvolva seu estilo pessoal, seja você mesma” disse. Mas ela começou mesmo sua palestra com a seguinte frase:

O que dizer? Simples e verdadeiro. Apenas comece.

Ninguém acreditou na Natalie quando ela teve a ideia do Net-a-Porter: era meados dos anos 2000, a internet era só uma promessa, ela não tinha dinheiro e não conseguiu patrocinadores. “Acredite nos seus instintos”, completou. Isso a fez seguir em frente.

Logo quando o site foi lançado, Natalie engravidou. Foi a época mais difícil para ela, trabalhar em um negócio que estava no começo e cuidar de um bebê. Nada de milagres: é difícil e ponto.

Não se preocupe com que os outros acham, dizem da sua escolha: se preocupe com o que você acha dela. O limite, se você vai conseguir ir além ou não, é seu. Seja como pensar, você está certo.

Natalie e sua empresa viraram um case de sucesso. Mesmo que nos inspire e – mais importante – nos motive, a história de sucesso dela é dela; a sua você tem que criar. Natalie disse que quanto mais você trabalha pesado, mais sorte você tem. Como li uma vez no livro “Ah, se eu soubesse”: o sucesso acontece enquanto você está se realizando.

O talking do Paul Smith com Alexa Chung era no mínimo curioso: ele, um dos estilistas mais respeitados da moda, conhecido pela criatividade e também pelo sucesso comercial (difícil ser bem-sucedido nos dois lados do cérebro) e ela, uma das meninas mais descoladas e reconhecida pelo seu estilo. Paul Smith é enérgico: chegou falando e abriu a palestra com sua frase mais famosa:

Ele bateu na tecla de que a inspiração está em todo lugar, que você tem que encontrar o que te desperta e prestar atenção.

Seguindo a ideia de como encontrar inspiração, ele frisou que é preciso ver e não apenas olhar. Treinar para encontrar o que não é vísivel para os outros.

Paul Smith é contra as cópias e a favor da criatividade e isso inclui a maneira de se vestir. “Se você conhece seu corpo, sua personalidade, então é só se vestir de acordo.”

Ele fechou a palestra com essa frase, achei incrível. Ser interessado e interessante. Quem consegue?

No meu caderninho já tenho tudo anotado!

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